This is some high grade content.
Click our Like button to check it out:
Por Gonçalo Vinha
Leve este artigo a sério, ao menos é o que as grandes gravadoras como EMI, Universal e Sony comunicaram no mercado no início desta semana (após conversas iniciadas há três semanas atrás) que vão abandonar o formato CD até o final de 2012.
Pela primeira vez as três assumem que vão editar somente CDs em formatos diferenciados, seja na embalagem, boxes ou edições especiais para fãs e colecionadores que tem um valor superior a um CD standard, e são muito mais valorizadas pelos consumidores.
O foco standard do CD será transformado numa avalanche dentro do segmento digital, principalmente no iTunes, líder mundial em vendas do segmento de música digital em todos os estilos musiciais e que em 2012 deve estar aberto para consumo no território brasileiro.
Fatores como investimentos associados a logística, manutenção e operação de estoque estão afastando as gravadoras do formato standard. A HMV inglesa, umas das principais distribuídores da Europa, não está conseguindo pagar as gravadoras alegando altos custos de manutenção aliados a forte crise européia.
Na música eletrônica o cenário ainda tem luz com compilações de nomes como Sven Vath, Carl Cox, Ferry Corsten, Paul Van Dyk, Cream, Ministry Of Sound mantendo vendagens saudáveis na casa das 65 mil unidades, cenário contrário no Brasil onde até as rádios amargam vendas de até 10 mil unidades com ampla divulgação - nos tempos áureos vender 120 mil unidades de cada título era corriqueiro.
Os CDs que vem junto com a Mixmag estão na lista dos ítens limitados e com valor agragado pois são sets e tracklists exclusivos mixados pelos maiores artistas da dance music global, e alguns chegam a custar até 80 euros no E-bay.
Uma coisa é certa a vida do CD esta muito longe de acabar, fato!